Inauguração de estação de bikes expõe demandas de Cidade Tiradentes

Vereador Caio Miranda Carneiro anota carências como asfalto e melhorias na UBS na sequência de visita com o prefeito Bruno Covas

 

Por: Arthur Duran

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Uma resposta local mas contemporânea à crise dos transportes teve lugar nesta sexta-feira (07/06) em Cidade Tiradentes. Foi inaugurada no seu terminal de ônibus a Estação de Compartilhamento de Bicicletas, em evento que serviu também para a apresentação das carências regionais.

 

Vereador Caio Miranda Carneiro é cumprimentado pelo prefeito Bruno Covas na chegada à Estação

 

O prefeito Bruno Covas e o secretário de Mobilidade Urbana João Otaviano, na companhia do vereador Caio Miranda Carneiro, entregaram uma estrutura que inclui 70 bicicletas compartilhadas e 70 baias para abrigar as particulares.

 

Estação de compartilhamento de bicicletas no Terminal: 70 bikes mais 70 baias para as particulares

 

Para Caio, a disponibilização das bicicletas é interessante sob todos os aspectos. “A oferta de bikes é algo que não só amplia os meios de transporte em si, como estimula um modal que traz qualidade de vida e proporciona uma convivência mais humanizada na cidade.”

 

Moradores do Jardim Maravilha localizam as demandas da região para os assessores do vereador

 

Casamento coletivo –A caminhada pelo bairro, iniciada pelo Jardim Maravilha, estreitou o contato com moradores da região. Dentre as várias carências, uma foi particularmente reiterada: o asfalto. O vereador reconheceu a validade das demandas. “A Cidade Tiradentes é como uma folha em branco: tem muito a se fazer.”

 

Encarregado médico Emerson Facundini expõe necessidades da UBS Jardim Vitória ao vereador e seus assessores

 

Percorrido o entorno do terminal de ônibus, o grupo tomou o rumo do Jardim Vitória, especificamente de sua Unidade Básica de Saúde – UBS. O grupo foi recebido pelo médico encarregado, Emerson Facundini, que expôs as necessidades do equipamento.
Facundini sugeriu ainda a realização de um casamento coletivo, a partir do caso concreto de uma paciente prejudicada por não conseguir provar seu casamento informal de 22 anos, após a a morte do marido. “Sem fotos ou prova, embora os vizinhos testemunhassem, ela acabou falecendo sem conseguir a pensão a que teria direito.